Metrópoles Oficial · @metropolesoficial

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A Reitoria da Universidade de São Paulo (#USP) afirmou que não foi avisada pela #Polícia Militar (PM) sobre a ação de reintegração de posse na madrugada deste #domingo (10/5). Por volta das 4h15, policiais utilizaram bombas de efeito moral, gás lacrimogênio e um “corredor polonês” com cassetetes para retirar estudantes do prédio, ocupado desde a última quinta-feira (7/5) em meio à greve motivada pelo aumento do auxílio estudantil. Em nota, a #reitoria alega que informou sobre a ocupação à Secretaria de Segurança Pública (SSP) na própria quinta-feira “com vistas à adoção dos protocolos de proteção e de preservação da ordem de competência das autoridades policiais”. A USP, no entanto, sustenta que o espaço foi desocupado “sem comunicação prévia à reitoria”. A universidade ainda lamentou os acontecimentos e repudiou que a “violência substitua o diálogo, a pluralidade de ideias e a convivência democrática como forma de avanço de pautas e solução de controvérsias”. A reitoria afirmou que continuará atuando com responsabilidade institucional, buscando a pacificação do ambiente universitário. Sobre as reivindicações dos alunos, a USP alegou que manteve diálogo com o movimento estudantil, mas que as tratativas chegaram a um limite por causa da impossibilidade de atendimento das demandas dos alunos. “A Reitoria segue aberta a um novo ciclo de diálogo com a finalidade de consolidar o que já foi encaminhado nas reuniões com a representação estudantil, o que pressupõe a manutenção do direito de ir e vir em todos os espaços da Universidade.” Na manhã deste domingo, a SSP afirmou que a desocupação contou com cerca de 50 policiais e foi concluída sem registros de feridos. A pasta disse que toda a ação foi registrada pelas câmeras corporais dos agentes e as imagens serão anexadas aos autos. #TikTokNotícias