g1 · @g1

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🎶🎙️ #g1norockinrio - (este texto é uma resenha crítica escrita por Felipe Fernandes) A edição de 2026 do Rock in Rio já tem uma de suas imagens mais simbólicas. Em um encontro para lá de potente, Black Pantera e Nervosa estiveram juntas no Palco Sunset no fim da tarde deste sábado (5). O trio mineiro de Uberaba formado em 2014 pelos irmãos Charles Gama (voz e guitarra) e Chaene Gama (baixo) e pelo baterista Rodrigo Pancho abriu o show com “Hórus” (2026). A letra fala de sincretismo religioso. A introdução diz: “Em nome do pai, do filho e do preto santo”. Depois, emendaram logo com “Padrão É o Caralho” (2022), cujo refrão repete: “Jesus não era branco, não era ariano. A vida começou no continente africano”. A banda estava embalada pelo “Continental”, álbum lançado em 21 de agosto, que mistura rock pesado com rap, soul e referências afro-brasileiras. O disco também reforça um discurso ferrenho e contundente em defesa da América do Sul e do Sul Global. Foi a terceira vez da banda no Rock in Rio. No repertório, o grupo misturou ainda faixas como “Tradução”, cuja letra descreve a rotina de uma mãe que não tem tempo para ficar com o filho por trabalhar fora de casa. Do palco, o vocalista mandou um beijo para sua própria mãe que estava na plateia: “Não sei onde você está, mãe, mas essa é pelo fim da escala 6x1, rapaziada”. Leia a crítica completa no #g1. #blackpantera #rockinrio #rock #rir2026